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Tera migra sistema de negócios para o Google Cloud e amplifica em 6 vezes o atendimento aos clientes

Sobre Tera

A Tera é uma empresa brasileira de educação profissional fundada em 2016 e voltada para a solução das chamadas “skills gaps”, criando pontes entre as habilidades demandadas pelo mercado digital e a capacitação dos profissionais atuantes.

Setores: Education
Sede: Brasil

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A Tera, empresa brasileira de educação continuada com foco na capacitação para empregos da economia digital, alocou processos na nuvem para solucionar gargalos no seu sistema de pagamentos.

Resultados do Google Cloud

  • A Tera conseguiu integrar os sistemas do ciclo de vendas de seus cursos com a plataforma Google Cloud e suas ferramentas.
  • Com a mudança, ampliou o atendimento diário de clientes de 7 pessoas para 45 potenciais alunos – mais de 6 vezes a capacidade anterior.
  • O ciclo de vendas diminuiu de 25 para 15 dias, cerca de 40% a menos.
  • O resultado imediato foi um aumento de 35% no faturamento anual.

A Tera é uma empresa brasileira de educação para adultos com foco na capacitação para os novos empregos da economia digital. É uma empresa que tem como premissa de negócios a reinvenção da formação profissional, empregando tecnologia e design para que pessoas possam aprender por toda a vida. Afinal, a chamada “quarta revolução tecnológica”, a da sociedade do conhecimento, demanda especializações digitais novas e que os cursos formais não suprem. A resposta da Tera está na oferta de experiências de aprendizagem com conteúdos práticos e atualizados, apoiada sobre uma rede de centenas de profissionais que atuam nas principais empresas de tecnologia do país, e no investimento em plataformas dinâmicas e disruptivas com o uso de sistemas e processos na nuvem.

A empresa é tão nova que seu primeiro curso ofertado ao mercado aconteceu em 2017, apenas alguns meses depois de sua gestação. “A ideia era ser uma escola de economia digital no modelo de bootcamp (treinamento intensivo). Oferecemos formações que duram de uma semana a 3 meses e sempre em competências específicas para a economia digital, que estão entre as mais procuradas por empregadores no Linkedin no mundo todo”, explica Wilson Tayar, partner e CTO da Tera.

Ele explica que o avanço da tecnologia digital é tal que a educação dos profissionais não acompanha esse movimento na mesma dinâmica. “Queremos combater o “skill gap”, que é o descasamento entre a oferta e demanda do mercado de trabalho por profissionais com determinadas competências - e demos os primeiros passos para resolver este problema" , reforça Tayar. Ou seja, a Tera pretende disseminar as habilidades que se tornaram primordiais para o mercado, mas que as pessoas ainda não possuem.

Para ganhar agilidade na oferta de conteúdos e mesmo na escala de seus negócios, a Tera optou por uma estrutura enxuta, com apenas 22 colaboradores, e uso de recursos digitais. Sua definição tecnológica é explícita: utilizar a plataforma do Google Cloud para suas soluções e processos. Como no caso da solução de ciclo de vendas que, ao ser alocada na nuvem, saltou em mais de 6 vezes a capacidade diária de atendimento aos alunos.

Cloud como instrumento de negócio

A parceria ou a “mentoria” com o Google é inerente ao DNA da Tera. “É um modelo para nós, tanto pela tecnologia como pela missão próxima da nossa empresa. A educação mudou muito no mundo com o Google e, quando nos tornamos uma startup participante do Programa de Residência do Google for Startups, buscamos as soluções deles na nuvem para nos suportar”, relembra Tayar.

A Tera começou no Google for Startups Campus em 2017 com o modelo de “blended learning” (aulas online e presenciais), mas com ênfase nas aulas presenciais. Com um componente logístico de alocação de espaços a partir da confirmação do “fechamento” das turmas. “O nosso rápido crescimento esbarrou em problemas de escalabilidade, buscamos respostas no uso da nuvem para nossos gargalos”, relembra.

O mais estreito desses gargalos era o do sistema de acompanhamento de vendas. Na época, a Tera tinha dois agentes comerciais que faziam todos os processos do ciclo dos cursos de forma manual e uma pessoa/cliente por vez, o que possibilita o atendimento de algo como sete alunos por dia. Um problema, pois cada turma precisa de 30 pessoas confirmadas.

Com o apoio da área de Google Cloud, Tayar utilizou uma combinação de ferramentas como as APIs da plataforma Cloud Functions, que foram conectados com o sistema de pagamentos do App Engine e o PubSub – plataforma de mensageria que integra sistemas hospedados no Google Cloud Platform. “Tudo ficou integrado ao PipeDrive. Assim os contatos não precisaram aprender nada novo e quando eles terminam a aprovação eles têm acesso a todos os processos, como condições de pagamentos e do fluxo da atividade, como contratos, até o final”, explica.

Desenho de solução que é resultado do contato com um profissional da Área 120 – divisão do Google que incentiva a inovação e parcerias. “Ele veio ao Brasil para ajudar as startups participantes do Programa de Residência do Google for Startups e nos sugeriu a ideia de integração com o uso do Functions, nos auxiliando na montagem da arquitetura em diversos pontos”, explica.

Resultados e evolução

O resultado apareceu no primeiro dia da nova configuração na nuvem. Um salto do limite de 7 pessoas atendidas por dia para 45 alunos, ou seja, mais de 6 vezes o que era alcançado e acima da meta por sala – de 30 pessoas – e tudo de forma automatizada.

“Outra métrica importante foi a redução em 40% no número dos dias do início ao final da negociação. Antes, precisávamos de 25 dias da abertura do contato até o pagamento, e agora de apenas 15 dias. Crescemos em 35% os negócios e abrimos espaço para a abertura de novas turmas.”

Wilson Tayar, partner e CTO da Tera

Melhor, a equipe de vendas dobrou – de 2 para 4 agentes – e existe o plano de seguir na ampliação desta equipe. Algo simples, pois envolve o aprendizado das pessoas apenas na plataforma PipeDrive.

“Estamos agora expandido os processos de B2C para B2B, chegando as corporações que desejam capacitar os seus funcionários. Vamos seguir utilizando o PubSub e pretendo usar o Cloud MemoryStore (serviço de armazenamento de dados na memória gerenciado e desenvolvido em infraestrutura escalável)”, aponta Tayar, que destaca ainda o StackDriver – serviço de gerenciamento de sistemas na nuvem do Google Cloud que fornece dados de desempenho e diagnósticos para usuários de nuvem pública. “Ele resolveu diversas questões e se interliga naturalmente com o Cloud Functions”, complementa.

Outra ferramenta importante é o Cloud Build, tanto pela compilação dinâmica dos softwares, independente da linguagem usada, como na alocação dos códigos. “Cuido do DevOps, mas a arquitetura de desenvolvimento aqui era NoOps – sem equipe operacional alocada. Por isso criamos tudo direto no Functions. Agora tudo é mais fácil, nascendo nativo em Google Cloud”, finaliza.

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A Tera é uma empresa brasileira de educação profissional fundada em 2016 e voltada para a solução das chamadas “skills gaps”, criando pontes entre as habilidades demandadas pelo mercado digital e a capacitação dos profissionais atuantes.

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